Alimentação Infantil:
De 0 a 2 anos
A alimentação e a nutrição adequadas são requisitos essenciais para o crescimento e desenvolvimento das crianças. |
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Mais do que isso: são direitos humanos fundamentais, pois representam a base da própria vida. Conheça os dez passos da alimentação saudável para crianças brasileiras menores de dois anos:
• dar somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou quaisquer outros alimentos;
• a partir dos seis meses, oferecer de forma lenta e gradual, outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais; dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes) três vezes ao dia se a criança receber leite materno e cinco vezes ao dia, se já tiver desmamado;
• a alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; deve começar com consistência pastosa (papas, purês) e, gradativamente, deve ter sua consistência aumentada, até chegar à alimentação da família;
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estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições; evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação;
• estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação.
Fonte: Ministério da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de 2 anos. |
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Acima dos 2 anos
A busca pela saúde e qualidade de vida é cada vez mais freqüente em nosso dia-a-dia. |
Uma das melhores maneiras para se alcançar esse objetivo é relacionar uma boa alimentação com uma atividade física.
Para a criança, a incorporação dos benefícios da atividade física deve ocorrer de maneira natural. É aconselhável que até a puberdade (aproximadamente 12 anos) a criança tenha várias experiências esportivas, assim, ficará mais fácil a escolha do esporte mais indicado para as suas capacidades físicas.
Obesidade Infantil
Hoje a obesidade infantil é reconhecida como uma questão que merece extrema atenção por parte dos pais e até de autoridades governamentais. O tempo em que criança "fofinha" era sinônimo de saúde já passou, por isso os pais devem se conscientizar que bebê gordo nem sempre significa bebê saudável.
A obesidade deve ser prevenida desde o nascimento, pois o ganho de peso acima do normal na infância favorece o aparecimento da obesidade na idade adulta. A criança obesa tem maior probabilidade de sofrer na idade adulta de distúrbios tais como: hipertensão, diabetes, elevação do colesterol, doenças cardiovasculares, doenças respiratórias e problemas ortopédicos. Além desses distúrbios, alguns problemas psicológicos podem surgir em decorrência do crescente apelo estético de um padrão de beleza baseado na magreza.
São duas as principais razões que levam uma criança a ganhar excesso de peso: a diminuição da prática de atividade física e hábitos alimentares incorretos. É engano acreditar que as crianças obesas necessariamente comem muito, na maioria dos casos o consumo excessivo de hambúrgueres, refrigerantes, frituras, bolachas e outros alimentos ricos em gordura podem contribuir para o desequilíbrio no organismo ocasionando a obesidade.
A alimentação infantil deve ser balanceada e ter proteínas, carboidratos, gorduras, verduras e frutas. Os laticínios, alimentos derivados do leite, também são muito importantes, por ser ricos em cálcio. É fundamental acostumar a criança, desde cedo, a comer saladas e legumes nas refeições e frutas como sobremesa. Os doces e os refrigerantes devem ser consumidos em ocasiões especiais ou finais de semana.
Se a criança está obesa, o ideal é procurar a ajuda profissional a fim de diagnosticar o grau de obesidade e a quantidade de tecido gorduroso da criança para a partir daí, identificar o tratamento adequado. O fator genético também influencia quando o assunto é obesidade infantil, por isso a atenção nesse caso deve ser redobrada e é sempre importante procurar um especialista. |
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