| Com o surgimento de novas doenças, é comum esquecer-se das antigas que, ao contrário do que muitos pensam, continuam bastante atuais. É o caso da tuberculose, acometida em torno de 85 mil pessoas por ano, no Brasil, e causa da morte de aproximadas 6 mil. Embora tenha mais de um século, há dúvidas frequentes sobre a tuberculose. São elas que estão devidamente respondidas, abaixo. Acompanhe.
O que é a tuberculose?
Para início de conversa, é uma doença infecciosa causada por um vírus chamado bacilo de Koch. É contagiosa e transmitida de pessoa para pessoa, atingindo sobretudo os pulmões. Pode chegar a outros órgão e partes do corpo, como os gânglios, rins, ossos, intestinos e meninges.
Todas as pessoas que entram em contato com doentes tuberculosos podem ser contagiadas?
Não. Na maioria das vezes o organismo resiste e a pessoa não adoece. Entretanto, acontece de o vírus continuar alojado e, num momento de fragilidade física causada por doenças como diabetes e alcoolismo, a tuberculose incidir. Idosos, doentes e crianças são os mais suscetíveis a adquirirem tuberculose.
Todos os pacientes com tuberculose podem transmitir a doença?
Não, apenas aqueles com o bacilo de Koch no pulmão e que o eliminem no ar por meio da tosse, espirro ou fala. Quem tem a doença em outros lugares do corpo não transmite a doença porque não elimina o bacilo. Vale salientar que tuberculosos em tratamento não oferecem perigo de contágio porque o risco diminui a cada dia.
Prevenção
A vacina BCG, aplicada nos primeiros 30 dias de vida, é capaz de proteger contra as formas mais graves de tuberculose. Outra medida importante para prevenir a doença é evitar respirar em locais saturados, pouco arejados e sujos.
A tuberculose tem cura?
Sim. O doente deve seguir a prescrição do médico e suas indicações. Assim, as oportunidades de cura atingem quase 100% dos casos. Para isso, é fundamental que o tratamento não seja interrompido. Caso contrário, a tuberculose pode levar à morte.
Grávidas podem ser tratadas com os medicamentos habituais para a tuberculose?
Sim, pois os medicamentos costumam ser seguros. De todo modo, é aconselhado a consulta a um médico para esclarecimentos de dúvidas relacionadas à saúde da mãe e do bebê.
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