Muita gente não se dá conta, mas o cálcio é o mineral mais abundante no corpo. Enquanto 99% faz parte da composição dos dentes e dos ossos, aonde promove a estrutura e firmeza necessárias para manter uma boa postura e evitar fraturas, o restante 1% circula nos fluídos corporais e, mesmo que pareça pouco, tem papel fundamental para promover a comunicação entre os neurônios, contração muscular e liberação de hormônios. Ele ainda atua na manutenção de membranas celulares saudáveis, melhorando a função de várias enzimas e assegurando que a coagulação sanguínea funcione bem quando necessário.

É após a menopausa, devido principalmente à queda abrupta dos níveis do hormônio feminino estrogênio, que começa a ocorrer a aceleração da perda óssea. O osso é um tecido vivo e em constante renovação, o que significa que ele está sempre sendo produzido e reabsorvido. A falta de hormônio feminino é responsável por acelerar essa reabsorção.

As necessidades de cálcio diário são correspondentes às fases da vida. Isso porque a capacidade de construir e armazenar tecido ósseo ocorre até por volta dos 30 anos, portanto, é fundamental que crianças e adolescentes tenham ingestão de cálcio adequada, entre 1.200 a 1.500 mg por dia. Já gestantes e lactentes devem consumir em torno de 1.200 mg diariamente e as mulheres pós-menopausa uma média de 1.300 a 1.500 mg.

É importante salientar que a osteopenia – trata-se da diminuição da densidade mineral dos ossos, que é tida como um passo antes da osteoporose – não dá sintomas, portanto, cuide da saúde de forma preventiva se alimentando bem e praticando exercícios físicos regulares. Os exercícios tornam os ossos mais fortes.

 
Ricas fontes de cálcio na alimentação
- Laticínios (leite, queijo, iogurte) salmão, sardinha, vegetais verde-escuros, soja, feijão, grãos integrais, amêndoas, e brócolis.
 

Fonte: Portal Educação

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